Sociedade civil aponta dedo ao governo de Filipe Nyusi e questionam a transparência dos gastos no combate à Covid-19
Como se não bastassem os problemas com que o país está
envolvido, em Moçambique, a população aponta falta de transparência e pede
esclarecimentos Executivo sobre 14 mil contratos sem concurso público e 68 mil
milhões de meticais gastos durante o estado de emergência, avança a edição
portuguesa da Deutsche Welle.
ONG moçambicanas começaram a questionar a
transparência dos gastos no combate à Covid-19. As críticas surgem na sequência
da divulgação do relatório do Presidente da República Filipe
Nyusi relativo ao estado de emergência, aprovado a semana passada na
Assembleia da República.
Entretanto, avança também a Deutsche Welle, o Fórum de
Monitoria do Orçamento já pediu ao ministério da Saúde do país informações
complementares sobre os recursos investidos na contenção da pandemia que assola
o mundo desde o final do ano passado.
Por sua vez, o Centro de Integridade Pública (CIP)
identificou que foram executados mais de 68 mil milhões de meticais em 14 mil
contratos sem concurso público, de adjudicação direta, o que é legalmente
permitido.
O CIP questiona ainda o porquê que foi aprovado o
plano sem se revelar os nomes das empresas contratadas, material adquirido ou
serviços prestados.
Fonte: Plataforma


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